“Lucas do Rio Verde cria Centro de Tradições Gaúchas – CTG”. Com esta chamada de capa, em sua edição número 52, de 15 de março de 1989, o jornal Folha Verde noticiou a fundação do CTG Sentinela da Tradição, ocorrida no dia 20 de fevereiro de 1989, há exatos 36 anos.
Consta, na reportagem, que a patronagem provisória foi composta por Adair Boito, Otaviano Olavo Pivetta, Edgar Pinto, Valdir Sbabo, Luiz Fernando Destri, Otacildo Osório Pivetta e Luiz Melo, sendo que Adair Boito foi eleito patrão. Para o Conselho de Vaqueanos, foram eleitos José Almiro Huber, Claudio Cimpak, Assis Simon, Telmo Linhares, Zoltir Brandini, Adroaldo Jacobi e Valmor Carpenedo.
Ainda segundo a reportagem, o grupo fundador do CTG era composto também pelos seguintes tradicionalistas: José Ilmo Fuerst, encarregado da existência e divulgação; Enio Mantelli, agregado das falas; João José Callai, patrão da Invernada Campeira; Mário Silvestrini e Joacir Luiz Cavalli, agregados da Invernada Artística.
Outra informação interessante trazida pelo Folha Verde, à época, é de que Lucas do Rio Verde contava, na ocasião, com cerca de 80% da sua população originária do Sul do país e a criação do CTG se justificava pelo objetivo de cultivar e difundir a cultura gaúcha, o que tem sido feito com muita propriedade pelo “Sentinela da Tradição” ao longo desses 36 anos.
Galpão Crioulo
A sede do CTG Sentinela da Tradição – Galpão Crioulo, como era chamado – foi inaugurada em 6 de fevereiro de 1993, conforme noticiado pelo Folha Verde em sua edição número 112, de 10 de fevereiro de 1993.





























