O período chuvoso é propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, e isso já não é novidade, como também não é novidade que todos os anos, neste período, o número de casos de dengue e Chikungunya aumenta em Lucas do Rio Verde.
Segundo a supervisora da Vigilância em Saúde, Cláudia Engelmann, em 2025 já foram confirmados 948 casos, sendo 796 de Chikungunya e 249 de dengue. Somente nos últimos 30 dias, 38 novos casos.
O Aedes aegypti se reproduz em qualquer lugar, desde que tenha água parada, e locais comuns como, lixo urbano, pneus, calhas e pratos de plantas são os principais criadouros. Além da dengue e Chikungunya, o mosquito também transmite a Zika.
“A conscientização é a principal arma para combater os focos e a proliferação do mosquito. Se cada morador tirar um tempinho por semana, para verificar o seu quintal, nós vamos evitar a doença, que pode levar a morte”, ressalta a supervisora.
Vacina
Apesar do avanço das doenças causadas pelo Aedes aegypti e do risco de agravamento, a procura pela vacina ainda é considerada baixa nas unidades de saúde do município, o que acende um alerta para as autoridades de Saúde.
A imunização teve início em 2023 somente na rede privada e em 2024, passou a ser ofertada pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com a supervisora, a vacina está disponível em todas as unidades de saúde, para crianças e adolescentes, com idades entre 10 e 14 anos. O esquema vacinal é composto por duas doses, com a segunda 30 dias após a primeira.
A expectativa do Ministério da Saúde é imunizar 6.083 pessoas em Lucas do Rio Verde. No entanto, apenas 3.687 (65%) receberam a primeira dose e 2.143 receberam a segunda dose.
“A vacina é segura, eficaz e evita as complicações que podem levar ao óbito. Mas, para garantir a proteção, é preciso que a pessoa tenha recebido as duas doses. Por isso, o nosso chamamento aos pais para que levem os filhos para vacinar”, conclama a supervisora ao reforçar a importância da imunização. (Com Ascom Prefeitura)




























