GRIPE AVIÁRIA

Governo de MT declara emergência zoossanitária após confirmação de caso em Campinápolis

Com o decreto, Indea pode adotar medidas emergenciais e o uso de recursos a serem aplicados nas ações necessárias para contenção de focos da infecção
Barreira sanitária fixa interrompe trânsito de animais, materiais e equipamentos potencialmente contaminados (Foto: Indea)

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O governo de Mato Grosso declarou estado de emergência zoossanitária em decorrência da confirmação da presença do vírus da Influenza Aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) no município de Campinápolis. A medida, publicada em edição extra no Diário Oficial na manhã desta terça-feira, 10, tem o prazo de 90 dias, podendo ser prorrogada por igual período ou sucessivos períodos.

Com o decreto, o governo do Estado, por meio do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea), órgão responsável por atuar na defesa agropecuária no âmbito estadual, fica liberado para adotar medidas emergenciais e o uso de recursos a serem aplicados nas ações necessárias por ocasião do foco da gripe aviária.

O documento libera ainda o Indea, se necessário, a expandir normas complementares com o objetivo de disciplinar e operacionalizar as ações decorrentes da situação de emergência zoossanitária.

Criação doméstica

O caso foi confirmado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) no domingo, 8, em uma criação doméstica de aves de subsistência. Conforme nota do órgão, o foco da doença está fora das regiões de produção avícola industrial do estado.

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Agentes do Indea já se deslocaram para o município para inspecionar todas as propriedades, em um raio de 10 quilômetros do local afetado.

O Indea reforça que não há risco à saúde humana pelo consumo de carne de frango ou ovos, e os alimentos podem ser consumidos com segurança.

Em nota oficial divulgada no domingo, 8, quando da confirmação do caso em Campinápolis, o Ministério da Agricultura e Pecuária informou que “a ocorrência do foco confirmado de IAAP em aves de subsistência não traz restrições ao comércio internacional de produtos avícolas brasileiros. O consumo e a exportação de produtos avícolas permanecem seguros”.

Ainda de acordo com a nota do Mapa, “o foco confirmado em aves de subsistência também não altera o período de 28 dias de vazio sanitário após a desinfecção da área em Montenegro (RS), onde foi confirmado um foco de gripe aviária em um matrizeiro de aves comerciais”.

(Com Indea e Mapa)

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