INTERCÂMBIO

Fundação Rio Verde recebe produtores argentinos e apresenta potencialidades do agro de MT

A comitiva conheceu os laboratórios e o campo experimental, nas áreas de pesquisa agrícola, manejo, nutrição de plantas, controle de pragas e sistemas de produção
(Foto: Verbo Press)

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Comitiva formada por 30 produtores rurais da Argentina visitou a Fundação Rio Verde para conhecer a estrutura da instituição, que é referência em pesquisa e desenvolvimento voltados ao agronegócio.

Os produtores percorreram os laboratórios, conheceram o campo experimental e tiveram a oportunidade de acompanhar parte dos trabalhos desenvolvidos pela Fundação nas áreas de pesquisa agrícola, manejo, nutrição de plantas, controle de pragas e sistemas de produção, o que possibilitou melhor compreensão do potencial produtivo de Mato Grosso, estado que se destaca como um dos principais polos agrícolas do mundo.

Para o diretor de Comunicação da Fundação Rio Verde, Rangel Portela, a troca de experiências entre produtores de diferentes países e a crescente procura de visitantes interessados em conhecer o modelo agrícola brasileiro é interessante para a instituição.

“Para nós da Fundação é sempre importante receber essas visitas e mostrar as potencialidades da nossa agricultura, os avanços tecnológicos e o quanto a produção tem evoluído. As pesquisas que realizamos vão desde os grãos, a nutrição, o plantio e pragas, e elas fazem parte do nosso dia a dia. Com as visitas, queremos expandir ainda mais o trabalho desenvolvido pela Fundação”, ressaltou.

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(Foto: Verbo Press)

Segundo Portela, a presença frequente de grupos nacionais e internacionais reforça o reconhecimento do trabalho realizado pela instituição e evidencia o interesse crescente pelas tecnologias e práticas adotadas no campo brasileiro.

A visita da comitiva internacional, foi intermediada pelo produtor rural mato-grossense, Ricardo Arioli Silva. Segundo ele, essas visitas proporcionam um ambiente de intercâmbio e conhecimento, permitindo que os produtores argentinos conheçam as soluções desenvolvidas na região.

“Esses produtores, em sua maioria, cultivam soja, milho e girassol, e alguns também atuam na produção de proteína animal. Por isso, conhecer de perto a cultura do algodão, por exemplo, é uma novidade para eles. Sem contar a diferença climática que temos aqui, que praticamente permite a produção durante todo o ano. Apresentar a produtividade e a sustentabilidade das lavouras, aliadas aos excelentes resultados das pesquisas desenvolvidas pela Fundação, demonstra a evolução e a força do agronegócio brasileiro”, disse ele. (Com Verbo Press)

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