O último sol de junho declinou no horizonte
Fechando a metade de um ano
Que há muito já ficou velho…
O ano envelhece cedo
Quando não nos dispomos a sair da bolha
Quando não permitimos à mente enxergar além da vista
Quando aceitamos permanecer amarrados a teorias
Que grupos sem mesura concebem para defender seus arroubos
Quando não somos capazes de ver nem ouvir o contraditório
Quando só conhecemos as verdades que cabem em nossas ideologias…
Oxalá ainda possamos aproveitar os próximos seis meses
Para aprendermos a olhar além de onde a vista alcança
E assim, quem sabe, gestar o novo em nossos corações!
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